Junho.
Meio do ano. Ou final de um primeiro e começo de muitos outros anos. Não consigo me decidir.
Cresci e aprendi tanto que ja poderia escrever um livro, ou um capítulo inteiro.
Alguns me acompanharam nessa jornada inicial, outros não entederam muito bem, rescentem, sei lá, ou por que não tiveram as suas (ainda) ou simplesmente porque não achavam que eu tivesse de ter a minha; naquele momento, em particular. Essa "jornada inicial"
Guardo palavras pra não soar piegas, batido ou pra não parecer orgulhoso demais.
E também porque, na verdade, não teria como transmitir TUDO que mudou na minha presença, o que a ligou na tomada, meu sopro de vida, ha, meu vendaval.
"Ah nossa, fulano namora sicrano! (...)"
Ah vão pro inferno ou acordem pra vida de vez, duvido que grande parte realmente saiba o que significa tal coisa, o real valor de um compromisso com outro, consigo mesmo, com qualquer coisa.
Eu queria ser artista e ter a bênção de poder expressar sentimentos e idéias através de música, filmes, poemas... queria mesmo tentar mostrar a algumas pessoas o quanto estar perdido é na verdade uma ESCOLHA delas.
E Junho, é só mais um mês, completando doze de um calendário personalizdo mas que também cria e recria ciclos. Um calendário de memórias e grandes aprendizados. Intelectualmente, ah eu to defasado, mas esses ultimos 12 meses nos quais eu vivi intensamente, lutando e apanhando dos meus próprios erros pra poder aprender com eles (olha a pieguisse aí, gente, mas foda-se) eu sei que ja construí a base pra algo tão duradouro quanto qualquer obra-de-arte genuinamente criada com o coração. Minha obra vai ser essa: Provar com muitos Junhos o equívoco de uma sociedade fria e egoísta pelo simples fato de ser feliz. E fazer outro feliz...
Junho vai ser só mais um mês...
Só mais um. Mas é um carregado de signicados.
domingo
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