O ser humano tem vários e vários dons, todos especiais, recentemente tenho aprendido o valor do dom da fala, comunicação verbal direta e sincera.
Uma horrível dor de garganta me privou de comentários e das minhas já tão raras demonstrações de opinião. Senti falta. Falta de falar 'Não é assim', ou 'é assim'...
Mas a lição divina não terminaria (e não termina) aí, de volta á saúde: Agora que posso falar, e devo falar, sinto uma dificuldade entorpecente, como uma dor imaginária. Medo de abrir a boca e sentir dor.
Receio.
Só com uma pessoa eu me esforço pra usar de todos meus dons, e a recompensa de uma relação mais que saudável é a prova de que isso é um exemplo pra ser levado a todos que convivem ao meu redor. Para o bem e para o mal. Me expressar.
Ainda assim, p'ros outros a boca continua fechada.
sexta-feira
domingo
sexta-feira
10
Uns 300 dias.
Muitas horas, muito tempo. Muito tempo?
Tempo nenhum comparado ao que ainda temos pela frente.
Aqui, tão cansado nesse finzinho desse dia tão especial, deixo um dos lembretes pra posteridade, marcando essa época de esforço mútuo pra um futuro digno, mas sem deixar a diversão e o sorriso de lado, lembrando do objetivo diário, do compromisso admitido de fazer cada dia o dia 10, cada e único dia um dia especial.
Falhamos as vezes, mas compensamos com momentos eternos.
Eternos como aquela manhã, uns 300 dias atrás, muitas e muitas horas atrás; onde descobrimos, mesmo sem saber ainda, o nosso futuro e o nosso presente. E que deu sentido ao breve passado.
Eterno como hoje, sentado ao seu lado na condução tão fria, cansado. E extremamente feliz.
Essa rotina não existe, é uma ilusão. Sabemos que num piscar de olhos tudo muda, tudo gira vertiginosamente, mas nossos olhos estão sempre atentos para o do outro, minha constante nessa confusa equação que é a vida e
Ah, Deus, tenho sono e nem sei mais o que escrevo. Haha, vamos rir tanto desses dias.
E vamos ter tantos dias pra rir desses e tantos outros dias que, putz... é como se eu visse uma folga enorme de infinitas possibilidades, uma sensação de sussego, dever comprido, só aproveitar os frutos, fizemos tudo certo... estamos fazendo, não canso de falar.
E bom, eu tenho essa folga, metaforicamente e literalmente falando.
Vou la dormir pra aproveita-la melhor [ os dois tipos de folga].
E feliz dia 10 pra nós. Todo dia. =]
Muitas horas, muito tempo. Muito tempo?
Tempo nenhum comparado ao que ainda temos pela frente.
Aqui, tão cansado nesse finzinho desse dia tão especial, deixo um dos lembretes pra posteridade, marcando essa época de esforço mútuo pra um futuro digno, mas sem deixar a diversão e o sorriso de lado, lembrando do objetivo diário, do compromisso admitido de fazer cada dia o dia 10, cada e único dia um dia especial.
Falhamos as vezes, mas compensamos com momentos eternos.
Eternos como aquela manhã, uns 300 dias atrás, muitas e muitas horas atrás; onde descobrimos, mesmo sem saber ainda, o nosso futuro e o nosso presente. E que deu sentido ao breve passado.
Eterno como hoje, sentado ao seu lado na condução tão fria, cansado. E extremamente feliz.
Essa rotina não existe, é uma ilusão. Sabemos que num piscar de olhos tudo muda, tudo gira vertiginosamente, mas nossos olhos estão sempre atentos para o do outro, minha constante nessa confusa equação que é a vida e
Ah, Deus, tenho sono e nem sei mais o que escrevo. Haha, vamos rir tanto desses dias.
E vamos ter tantos dias pra rir desses e tantos outros dias que, putz... é como se eu visse uma folga enorme de infinitas possibilidades, uma sensação de sussego, dever comprido, só aproveitar os frutos, fizemos tudo certo... estamos fazendo, não canso de falar.
E bom, eu tenho essa folga, metaforicamente e literalmente falando.
Vou la dormir pra aproveita-la melhor [ os dois tipos de folga].
E feliz dia 10 pra nós. Todo dia. =]
quarta-feira
1° de Abril
Houve uma 'peça pregada'. Nada engraçada, verdade.
Mas houve uma resolução.
Ela, a bela resolução que nos faz parecer bobos, na verdade mostra como somos bobos, e que o que importa nunca é incoberto por peças pregadas pelo destino ou o que quer que seja.
Agora há um momento, singelo como tantos outros, e tão grande em sua aparente simplicidade que soa como a verdadeira brincadeira do já longínquo Primeiro de Abril. Há uma saúdavel disputa entre pessoas que se gostam (leia-se: se amam) que consiste em revelar quem luta mais pra atingir a estimada perfeição no relacionamento; dois bobões que não percebem a linda ironia de que essa é a verdadeira perfeição.
É até engraçado. =] =)
Mas houve uma resolução.
Ela, a bela resolução que nos faz parecer bobos, na verdade mostra como somos bobos, e que o que importa nunca é incoberto por peças pregadas pelo destino ou o que quer que seja.
Agora há um momento, singelo como tantos outros, e tão grande em sua aparente simplicidade que soa como a verdadeira brincadeira do já longínquo Primeiro de Abril. Há uma saúdavel disputa entre pessoas que se gostam (leia-se: se amam) que consiste em revelar quem luta mais pra atingir a estimada perfeição no relacionamento; dois bobões que não percebem a linda ironia de que essa é a verdadeira perfeição.
É até engraçado. =] =)
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